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Estado de (des)Graça

todas sabemos que a gravidez é um estado de graça.

Estado de (des)Graça

todas sabemos que a gravidez é um estado de graça.

bebecas

bebecas já te punhas a mexer e saías da posição transversal. Estava pela net à procura de uma imagem parecida com a posição em que ele está e qualquer coisa próximo da figura C. Não é amoroso?? Normalmente os pés estão é dentro da boca. 

 

 

 

 

 

 

 

Temos grandes conversas os dois mas até ver ele não me ligou nenhuma e continua com a cabeça junto à minha mama direita. 

dramas de uma grávida

nesta fase em que me encontro e do alto da minha barriga enfrento dois dramas diários que não me tiram o sono e que a maioria das mortais vai pensar "esta gaja é estúpida, sabe lá o que são dramas". Pois... mas a minha maneira de ser é mesmo essa, despreocupada. 

 

Pois tava eu a dizer que esses dramas diários batem-me todos os dias à porta como que para me lembrar de que carrego o Pablo dentro de mim e portanto nem tudo pode ser igual:

 

Drama 1 - tenho nojo de umbigos, o meu marido nunca se pôde chegar perto do meu, nem com as mãos, nem com a boca, nada, e agora ele está prestes a saltar para fora! todos os dias tento empurrá-lo para dentro mas julgo que sem sucesso. E é isto? como é que eu vou sequer limpá-lo quando ele estiver para fora?? NOJOOOO (nota: quando ao umbigo do Pablo está negociado com o husbie que ele trata dele).

 

Drama 2 - não é que agora sempre que estaciono o carro em espinha não consigo sair dele? A porta não abre o suficiente para deixar a dona pança passar. É uma vez mais o universo a lembrar-me "filha estás grávida, se calhar já paravas de guiar todos os dias e deixavas o teu marido fazer qualquer coisa".

 

Dramas de grávida que me deixam muito apreensiva.

Pablito

Com a Páscoa no meio, mais feriados e muitos assuntos a tratar esqueci-me de vos contar que a minha linda cria continua grandita e magrota: às 28 semanas e 6 dias estava com 40,5 cm e 1.450 gramas. O teimoso continua atravessado, com a cabeça mesmo por baixo das minhas maminhas. Começo a entrar na fase em que me sinto a rebentar, em que a barriga parece que não ter espaço suficiente para tanta dança e movimento. Vir trabalhar é já um martírio e a partir das 15h não tenho posição e dói-me cada osso do meu corpo. 

 

Vou entrar oficialmente em modo de contagem decrescente. 

Pensamentos

Com o aproximar da data dou por mim a pensar no parto e a ficar com medo. Não sabendo nada sobre o assunto até porque nunca vivenciei tal experiência tenho para mim que o que queria mesmo era despachar o assunto: chegar ao hospital com 3 ou 4 cm de dilatação, calma e serena, fazer alguma força e PUF o PABLO nascia. Sem grandes dores, sem grandes alaridos e sem muitas horas de espera deitada numa cama. 

 

Sei que este desejo é quase impossível de se verificar porque depende de imensos factores que eu não controlo:

1) O PABLO tem de estar bem encaixado pronto para nascer de parto natural;

2) O meu corpo teria de fazer tudo sozinho;

3) Eu teria de manter a calma em casa e atrasar a ida para o hospital o máximo de tempo possível não pondo em risco o bem estar da minha cria. 

 

3 grandes pontos que não dependem de mim em quase nada a não ser o terceiro. Posto isto, tento não aprofundar o assunto e só me balanço entre a indução e a cesariana, ou seja, caso o primeiro plano não seja possível tenho dúvidas senão preferia partir directamente para uma cesariana em vez de ter de passar pelos martírios da indução. De todos os relatos que tenho ouvido as induções costumam ser sinónimos de trabalhos de parto longos, com contracções mas sem dilatação suficiente que na maioria das vezes acaba numa cesariana. Posto isto prefiro contornar caminho e ir directa ao assunto.

 

Mulheres desse lado, não querem contar as vossas experiências "indutórias"?

rapaz ou rapariga

Não sei se já disse por aqui mas desde sempre toda a gente me ouviu dizer que só queria meninas, que havia de ter só meninas e que Deus me livre se calhasse um rapaz. No dia em que soube que estava grávida olhei para o céu e disse-Lhe: agora só para me castigares vais dar-me um rapaz. Sabia que assim havia de ser. 

 

Na primeira ecografia em que conseguimos ver o nosso girino com pouco mais de 7 cm, montes de espaço e às cambalhotas no meu liquido o médico disse este tem a vitalidade de um homem. Pois está claro, o "castigo" começava. Olhei para o céu e disse-Lhe: todos os que me deres serão bem vindos, mas dá-me a possibilidade de uma menina.

 

Na ecografia das 12 semanas a médica atirou para o ar sem certezas a 100% diria que é um rapaz. Pois está claro, nesse dia mentalizei-me, confesso que saí do consultório furiosa e ainda a pagar a eco disse ao meu marido eu queria uma menina!!! A recepcionista chamou-me nomes com o olhar e ainda mandou a boca eles gostam mais de nós do que as raparigas. Chateou-me durante uma hora e depois passou-me, hoje não me via a ter a minha Caetana/Frederica/Carmo. Hoje só tenho olhos para este Pablito cujo o nome demorou muito a escolher porque lá está, eu ia ter uma menina. Não o imagino, não tenho palpites sobre a cor dos olhos, do cabelo, se sai à mãe, ao pai ou ao leiteiro, se vai ser teimoso ou sossegado... apenas sei que vem grande e que não gosta que eu cruze os braços sobre a barriga. Sei que adora que eu caminhe em passadas rápidas, remédio santo para ficar quieto a dormir, sei que já com pouco espaço ainda tenta dar cambalhotas. Sei que quando falamos muito com ele se vira de costas espetando o rabo contra a minha barriga. Tudo o resto não sei, mas o pouco que já percebi faz com que o ache o rapaz perfeito. 

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